Falei à ela que gostava de jazz, citei alguns nomes como Ella, Billie, Nina e falei de Elis. Lembro que falei também de Madeleine e foi o suficiente para garantir cervejas para toda minha turma. Ela ficou encantada com o ser estranho que havia encontrado no meio da madrugada, no meio daquele tanto de jovens que ouviam pagode ela nos encontrou,no meio de tanta gente tirada a bacana e sem banca alguma de conhecimento de mundo ela nos encontrou. Foi então que iniciamos um papo que varou a madrugada, bem ali, naquele posto de gasolina, naquela loja de conveniência 24 horas de um badalado e burguês posto de gasolina da Pituba. Ali onde só se ouve pagode e joga se conversa fora afim de levar alguém, ainda a tempo, pra cama.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Papos, cervejas e madrugadas...
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