domingo, 26 de fevereiro de 2012
O tombo da palavra.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Bloco do eu sozinho
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Aponta pra fé e rema

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Amarga tolice
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Um fim de mar colore o Belo Horizonte
As tardes no museu.
Pra ver o Ilê tocar
Para o preto mais inteligente que conheci
Sem nome pra sentir.
Madrugada feliz
Preciso encontrar minha identidade antes da minha morte. Fiquei pensando hoje nesta frase que elaborei hoje enquanto andava de ônibus e me perdia pela cidade.
Acordei as duas da manhã com uma necessidade dolorida de escrever, de deixar um registro do meu encontro com a escrita de Rubem Braga. Encontrei-me em seus textos e achei tão grandioso as coisas que ele escreve que me deu mais vontade em escrever também. Deus foi generoso comigo e agora continua sendo com esse doce barulho de chuva que cai sobre a madrugada. Estar trancado no quarto, com meus segredos, com minhas falas em voz alta, com meu riso, com esses livros de Rubem sobre a cama é o que há de mais gostoso na vida. Privacidade não compartilhada.
Nada melhor que barulho de chuva pra ninar o sono, essa vontade de ouvir Chico que me surpreende agora.
* A crônica “sobre o amor, etc” de Rubem Braga foi a coisa mais bonita que já li na vida.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
O instante.
Engraçado como as vezes fico preso dentro de um romance,dentro de uma canção e até mesmo dentro daquele instante em que tomava café no Fran’s com você.
