segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Desdobrável


Tomei o café no copo de requeijão mesmo. Nada de xícaras. Fui até a janela,com o copo na mão andando pela casa escura. Hoje olhava fixamente perdido para uma parede branca e sorria feliz. Meu fim de semana foi sensacional. Comprei um livro de cartas do Caio Fernando Abreu. To gostando muito. Sábado passado vi a peça dele e sai encantando com a produçao e montagem de um dos contos dele. To na onda do Caio. Aliás tô na onda de muitas outras coisas,até musicas bregas estou escutando. Anseio pelas minhas férias. Preciso quebrar a rotina. Ganhei um quadro da Lizandra (amiga que mora na Africa) e neste momento estou olhando pra ele. Um som chato da máquina de lavar chega até a sala. Escrevo é pra aliviar mesmo. Tem algo me sufocando dentro de mim. Um medo escondido de fracassar na vida. Viver não esta facil. Todos os dias no trabalho, sem querer cai na minha mão uma especie de tablóide da violencia em Minas. A gente vai lendo e vai ficando acuado,medroso e paranóico. Quero sair daqui. O mundo ta ai é pra ser visto e curtido mesmo. Tudo antes que acabe.


Preciso dar uma volta ao mundo....

Antes que acabe.

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"Eu sou o menino que abriu a porta das feras,no dia em que todas as famílias visitavam o zoologico"...
Gilberto Gil

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