segunda-feira, 27 de julho de 2009

A outra metade de minha alma é feita de rocha.



Seja na voz de Milton.

Seja no sotaque do povo.

Seja no tempo frio.

Seja no café que tomo.

Seja no pão de queijo.

Seja com Drummond.

Seja no meu silêncio.

Não sei quantas vezes, vi um montanha e pensei estar em casa. Mergulho em barrancos e rios de aguas corridas. Tanta saudade. Imagens de instantes. De pensar que estou tão distante.

"Põe mais um na mesa de jantar

Porque hoje eu vou "praí" te ver

E tira o som dessa TV

Pra gente conversar

Diz pro bambo usar o violão

Pede pro Bruno me esperar

E avisa que eu só vou chegar

No último vagão"

Um comentário:

Janaína Cruz disse...

Não precisei fazer força para ler as entrelinhas logo no início. Ambiguidade sua ou afinidade nossa? Fico com a segunda