segunda-feira, 9 de julho de 2012

Quando não me faltou ar, mas a palavra...

Procurei uma palavra hoje o dia todo. Uma palavra pra passar o dia comigo, pra não sair da minha cabeça, do meu pensamento. Uma palavra que fizesse a diferença no meu dia e que eu pudesse dividi-la com todos, para que também, pudesse transformar o dia das pessoas a minha volta. Uma palavra certa, feito seta com direção correta. Entrei na livraria que fica no centro de Salvador, a vendedora com cara de professora de geografia da década de 60, se assustou  com o meu sufoco, com o meu desespero de encontrar algo rapidamente.  Ela se ofereceu a me ajudar, contudo era pra ser uma descoberta solitária, era minha sina do dia.  Não queria uma frase, nem texto, nem conto, nada de prosa, nem poesia. Era pra ser apenas uma palavra pra aplacar o meu dia

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